quarta-feira, 11 de maio de 2011

Torcicolo e a Quiropraxia

Torcicolo

Pense na possibilidade de você não poder viajar neste fim de semana, porque está com um torcicolo tão violento que não é capaz de girar a cabeça para fazer as ultrapassagens com segurança… Já imaginou?

Então vamos explicar o que acontece nesses casos. Na sua coluna cervical (região do pescoço) existem cerca de 36 articulações, a maior parte delas com a função de facilitar a rotação da cabeça e dar maior flexibilidade aos movimentos.

No entanto, por ser tão delicada, esta região também está muito sujeita a traumas, deslocamentos e desconfortos musculares. Às vezes, um movimento abrupto da cabeça, um mau jeito durante um jogo de futebol, ou mesmo durante o sono, podem provocar um leve ferimento em uma dessas articulações.

Esse ferimento imobiliza a articulação causando um espasmo, ou seja, uma contração súbita e involuntária no músculo chamado esternocleidomastóideo. Há um em cada lado do pescoço, mas apenas um deles, o vizinho à lesão, é afetado.

Conseqüentemente a isso, os nervos dentro do músculo e ao seu redor se comprimem progressivamente e inflamam, causando a irritação, dor ou desconforto tão conhecido.

Para tratar um torcicolo precisamos de calor ou gelo (depende do caso), há quem precise do auxílio de antiinflamatórios, analgésios ou relaxantes musculares. A Quiropraxia apresenta ótimos resultados a curto prazo em caso de crise aguda de torcicolo. No entanto, a prevenção é sempre o melhor remédio.

A Quiropraxia pode ajudá-lo com isso, mantendo a mobilidade necessária para que os movimentos sejam realizados sem dificuldades. Além disso, seu quiropraxista também pode auxiliá-lo com dicas de como dormir corretamente ou até ensinando alguns alongamentos.

Consulte seu Quiropraxista.


Fonte: http://www.priscilafrietzen.com.br/2009/06/18/torcicolo

quinta-feira, 13 de janeiro de 2011

HÉRNIA DE DISCO E A QUIROPRAXA


O disco intervertebral é uma parte da coluna vertebral que tem recebido muita atenção nos últimos anos. É uma estrutura localizada entre as vértebras. Por estar entre as vértebras é chamado de disco intervertebral. O disco consiste de duas partes: uma parte externa, dura e fibrosa - o anel fibroso - e uma parte central, gelatinosa - o núcleo pulposo.

O disco intervertebral executa muitas funções. Separa uma vértebra da outra e atua como um amortecedor de impacto entre os ossos. Além disso, ajuda a moldar as curvas normais da coluna vertebral. Existem 23 discos em nossa coluna vertebral, e eles estão relacionados à nossa altura. De fato, pela manhã, após uma noite de sono, somos cerca de 1 a 2 cm mais altos que no final do dia anterior. Isto corre devido à perda de água que é normal durante o dia, e que é recuperada enquanto dormimos.

O Disco Intervertebral e as Dores na Coluna
As lesões do disco são uma das causas mais comuns de dores nas costas. Você pode se surpreender, mas as pesquisas mostram que degenerações discais ocorrem aos trinta anos. Desde a adolescência o disco sofre desidratação permanente, perde progressivamente sua capacidade de absorção de impacto pequenas fendas começam a se formar nas paredes externas. O núcleo pulposo começa ficar saliente e empurrar o anel fibroso. Se esta saliência for muito grande, pode pressionar a medula espinhal ou os nervos que saem dela pelos orifícios laterais (forames intervertebrais), provocando dor severa às mais variadas atividades: sentar, levantar, andar, levantar objetos, urinar, defecar, espirrar, tossir, fazendo com que a movimentação seja quase impossível. Nos casos extremos, podem ocorrer dormência das pernas ou pés, e a perda do controle muscular.
A degeneração do disco também pode interferir com a função dos nervos lombares e sacrais da medula espinhal, ocasionando uma série de problemas na área pélvica: endometriose, infecções (bexigas, vagina, rim), problemas da próstata, abortos espontâneos, esterilidade, impotência sexual, retenção urinária, cistites, cólicas menstruais e constipação. Não é raro que alguém que tenha problemas crônicos nas costas sofra também de um ou mais dos problemas acima mencionados.

Abordagem Médica X Quiroprática

A abordagem médica para os problemas do disco freqüentemente é uma combinação de analgésicos e antiinflamatórios, relaxantes musculares e fisioterapia. Mas não é incomum a indicação de tratamento cirúrgico mesmo antes de se tentar qualquer abordagem não-invasiva.
Se os tratamentos prescritos fracassam, então a cirurgia passa a ser considerada. Mas, nem sempre os resultados são animadores. Todos nós conhecemos alguém que se submeteu a mais de uma cirurgia, ou que foi operado e não resolveu seu problema.
As pesquisas mostram que o tratamento quiroprático é a maneira mais eficaz para auxiliar no tratamento clínico da hérnia de disco. Mas mesmo aqueles que se submeteram a uma cirurgia no passado podem se beneficiar do tratamento quiroprático. Isto significa que nunca é tarde para impedir a necessidade de futuras cirurgias.

CONVERSE COM SEU QUIROPRAXISTA.
ELE PODE SER O RESPONSÁVEL POR VOCÊ NÃO PRECISAR CONHECER O NOVO CENTRO CIRÚRGICO DE SEU HOSPITAL PREFERIDO.


Artigo retirado do seguinte site:

http://www.vitapraxis.com.br/hernia-de-disco-e-a-quiropraxa.html